Assassinado por Bernal era fiscal tributário há 18 anos
O Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul (Sindifiscal/MS) emitiu nota lamentando a morte de Roberto
Roberto Carlos Mazzini era servidor público EDIVALDO BITENCOURT / O JACARÉ
Aos 61 anos, Roberto Carlos Mazzini foi assassinado a tiros pelo ex-prefeito Alcides Bernal, em Campo Grande. Ele era Fiscal Tributário do Estado há 18 anos e a morte ocorreu por disputa de uma residência localizada na avenida Antônio Maria Coelho.
O Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul (Sindifiscal/MS) emitiu nota lamentando a morte de Roberto, que exercia o cargo desde 2008.
Ao longo de sua trajetória, desempenhou funções como Coordenador de Controle da Despesa da SEFAZ/MS, atuou no Cadastro Fiscal e no canal “Fale Conosco”, e, atualmente, estava lotado na Agência Fazendária de Campo Grande (Acrissul), da Sefaz.
Dentro do veículo da vítima, havia uma notificação extrajudicial para desocupação do imóvel, que ele havia arrematado em leilão. A casa de Bernal estava a venda por R$ 3,7 milhões, mas foi a segunda praça e vendida por R$ 2,4 milhões.
Bernal se recusava a deixar o imóvel. A casa estava em poder da Caixa Econômica Federal e acumulava R$ 344,9 mil em dívidas com IPTU. Conforme dados municipais, as dívidas são desde 2018.




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