Tremor de terra é registrado na capital da arte rupestre do MS
A magnitude foi de 2.0 na escala Richter, geralmente imperceptível na superfície
Passeio por sítio arqueológico de Alcinópolis CAMPO GRANDE NEWS
O município onde o fenômeno aconteceu é conhecido como a capital sul-mato-grossense da arte rupestre por guardar diversos registros do passado em suas cavernas e outros sítios arqueológicos. Tem desenvolvido atividades turísticas voltadas para isso nos últimos anos.
O município onde o fenômeno aconteceu é conhecido como a capital sul-mato-grossense da arte rupestre por guardar diversos registros do passado em suas cavernas e outros sítios arqueológicos. Tem desenvolvido atividades turísticas voltadas para isso nos últimos anos.
A reportagem conversou com moradores de Alcinópolis e, segundo os relatos ouvidos, o abalo não foi sentido. Normalmente, apenas os de intensidade superior a 3.0 podem ser percebidos, conforme especialistas da área explicam.
Segundo dados do Centro de Sistemologia da USP, esse foi o 10º tremor significativo registrado no Brasil. Os anteriores foram em Juiz de Fora (MG), Conceição do Tocantins (TO), Araguaçu (TO), Miguel Calmon (BA), Monte Carmelo (MG), Inhaúma (MG), Xambioá (TO), Araçuaí (MG) e Arcos (MG).
Em 2025 - Consultando a rede oficial, o Campo Grande News apurou que houve 15 sismos em Mato Grosso do Sul no ano passado. Eles tiveram magnitudes entre 1.5 mR e 3.5 mR.
O mais forte ocorreu em Sonora, em maio, mas não houve relatos de que foi sentido pela população. A intensidade foi de 3,5 e houve 16 réplicas mais fracas dele na sequência. Outros municípios impactados foram Miranda, Rio Negro, Bonito, Ponta Porã, Bela Vista, Ladário, Bodoquena, Coxim e Corumbá. No caso de Ponta Porã e Sonora, os registros também se replicaram.





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