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Naviraí - MS,10/05/2026

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Cruzeiro conquista seu décimo título de campeão da Superliga

A decisão do título aconteceu no ginásio de esportes do Ubirapuera, em São Paulo

DIVULGAÇÃO
Cruzeiro conquista seu décimo título de campeão da Superliga

- Agora o Cruzeiro de Belo Horizonte é o atual tricampeão da competição -

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A grande decisão começou com o Cruzeiro impondo um ritmo avassalador, abrindo 3 a 0 logo nos primeiros três ataques. Aos poucos, o Vôlei Renata (de Campinas) foi se encontrando na partida. Com um ponto confirmado após desafio de toque no bloqueio e um ace no limite da linha, a equipe paulista encostou no placar (7 a 6).

Mas o oposto Oppenkoski chamou a responsabilidade: marcou duas vezes consecutivas — uma em ataque na diagonal curta e outra em um bloqueio —, ampliando a vantagem mineira para 10 a 6 e forçando o pedido de tempo de Campinas.

- A decisão do título de campeão da Superliga aconteceu no ginásio de esportes do Ubirapuera, em São Paulo -

A pausa não freou o ímpeto da Raposa. Jogando solto, virando todas as bolas e sem sofrer nenhum ponto de bloqueio, o Cruzeiro engatou uma grande sequência, abriu dez pontos de frente e fechou o primeiro set com tranquilidade por 25 a 14. O grande destaque da parcial inicial foi Oppenkoski, que anotou cinco pontos.

Reação campineira e decisão nos detalhes

Diferente da parcial inicial, o segundo set começou com muito equilíbrio e trocação de pontos, sem que nenhuma das equipes conseguisse desgarrar no placar. Aos poucos, o Sada Cruzeiro voltou a encontrar o seu ritmo. Embalada por dois aces e uma grande distribuição para o central Lucão, que guardou três bolas antes da metade do período, a Raposa assumiu a liderança.

O Vôlei Renata não se entregou. Com o ponteiro Adriano chamando a responsabilidade, o time paulista encostou no placar (20 a 19) e forçou o pedido de tempo da equipe celeste. A pausa não esfriou os campineiros: na volta para a quadra, o Cruzeiro cometeu um erro ofensivo, cedendo o empate e obrigando o banco mineiro a parar a partida mais uma vez. Dessa vez, a orientação surtiu efeito, e Rodriguinho virou uma bola fundamental logo após a parada técnica para recolocar os mineiros nos trilhos. 

equipe celeste chegou ao set point , mas desperdiçou a chance sacando na rede. Na segunda oportunidade de fechar, Rodriguinho foi para o saque e forçou a recepção adversária; Maurício Borges teve dificuldade no passe e entregou a bola de graça para o outro lado da rede. Oppenkoski, o nome do jogo, cravou no chão e fechou o segundo set em 27 a 25.

O grito de decacampeão

A terceira parcial começou seguindo a cartilha do set anterior, com bastante equilíbrio. No entanto, a intensidade e a leitura tática da equipe celeste logo se impuseram. Controlando o ritmo do duelo e contando com atuações impecáveis de Rodriguinho, Oppenkoski e do levantador Brasília, a Raposa construiu uma margem de segurança no placar, abrindo 13 a 9.

O time campineiro demonstrou resiliência na reta final, cortando a desvantagem que chegou a ser de seis pontos para apenas três. Para evitar qualquer surpresa, o banco mineiro pediu dois tempos estratégicos, recolocou a casa em ordem e sacramentou a vitória por 25 a 21.

O apito final selou o décimo título brasileiro para a galeria de troféus do multicampeão Cruzeiro.





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