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Naviraí - MS,04/05/2026

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NAVIRAÍ - Servidores recusam a proposta salarial da Prefeitura

O Sindicato afirma que proposta de 4,26% foi recusada por unanimidade e pede ticket de R$ 750, além de resposta sobre salários abaixo do mínimo.


NAVIRAÍ - Servidores recusam a proposta salarial da Prefeitura

DIÁRIO DO CONE SUL

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O impasse entre a Prefeitura de Naviraí e os servidores públicos municipais ganhou novo capítulo após o Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Naviraí (SFPMN) rejeitar a proposta de revisão geral apresentada pelo Executivo. Em ofício enviado ao prefeito Rodrigo Massuo Sacuno, a entidade informou que a categoria recusou, por unanimidade, o reajuste linear de 4,26% nos salários e de 6% no auxílio-alimentação.

A contraproposta do sindicato eleva o tom da negociação. A entidade cobra reajuste salarial linear de 5%, com a justificativa de garantir ganho real aos servidores, e pede que o ticket alimentação seja reajustado para R$ 750, o que representaria alta de 15,40% no benefício. A decisão, segundo o documento, foi ratificada em Assembleia Geral realizada em ⟦29 de março de 2026, conforme consta no ofício sindical⟧.

No ofício anterior, datado de 14 de abril de 2026, a Prefeitura havia defendido que a proposta de 4,26% foi definida após análise da capacidade financeira do município, considerando o cenário fiscal, os limites legais para gasto com pessoal e a responsabilidade na gestão das contas públicas. O Executivo também afirmou que o reajuste de 6% no auxílio-alimentação buscava assegurar tratamento isonômico e valorização global dos servidores.

A resposta do sindicato, no entanto, expõe um ponto sensível da administração municipal: a situação de servidores que recebem vencimentos abaixo do salário mínimo vigente e dependem de complementação para atingir o piso constitucional. A entidade pediu que a Prefeitura apresente posicionamento formal sobre a adequação salarial desses trabalhadores, cobrando uma solução definitiva para o que classificou como distorção na tabela salarial.

Com a rejeição da proposta oficial, a negociação entra em uma fase mais tensa. De um lado, a Prefeitura sustenta o argumento do equilíbrio fiscal; de outro, os servidores pressionam por ganho real, aumento maior no auxílio-alimentação e correção de problemas salariais que atingem parte da categoria. O desfecho dependerá agora da resposta formal do Executivo à contraproposta apresentada pelo SFPMN.




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