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Naviraí - MS,04/11/2026

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Pico do Super El Niño será o mais forte dos últimos 150 anos

Uma grande quantidade de calor permanece acumulada nas camadas mais profundas do Pacífico, criando condições favoráveis para que o aquecimento continue avançando


Pico do Super El Niño será o mais forte dos últimos 150 anos

O Super El Niño de 2026 entrou em uma fase decisiva e poderá estabelecer um recorde histórico de intensidade. As previsões internacionais indicam que o fenômeno continuará se fortalecendo nas próximas semanas, com possibilidade de atingir níveis de aquecimento do Oceano Pacífico nunca registrados pelos sistemas modernos de monitoramento.

O cenário chama a atenção dos cientistas porque as temperaturas oceânicas já apresentam valores extraordinários. Além disso, uma grande quantidade de calor permanece acumulada nas camadas mais profundas do Pacífico, criando condições favoráveis para que o aquecimento continue avançando.

As projeções também indicam que o episódio poderá superar alguns dos El Niños mais intensos já observados. Pesquisadores consideram a possibilidade de o fenômeno se tornar o maior em pelo menos 150 anos, embora a confirmação dependa das medições realizadas até o encerramento de seu período de maior intensidade.

Super El Niño terá pico em 2026

Dezembro de 2026 é o mês apontado para o pico do Super El Niño, conforme as previsões divulgadas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Em atualização publicada em 8 de outubro, a entidade informou que o fenômeno deverá continuar ganhando intensidade ao longo de novembro, antes de alcançar seu auge em dezembro, conforme apurado pelo portal Tempo Novo.

A projeção considera um aquecimento médio de aproximadamente 3,7°C acima da temperatura habitual das águas na região conhecida como Niño 3.4, localizada no Pacífico equatorial, durante o trimestre de outubro a dezembro.

Esse índice é um dos principais indicadores utilizados pelos especialistas para acompanhar a evolução do El Niño.

Para efeito de comparação, a OMM aponta que o recorde anterior desse indicador foi de aproximadamente 2,6°C acima da média, registrado no trimestre de novembro de 2015 a janeiro de 2016, segundo a referência utilizada em sua análise.

Portanto, caso as projeções se confirmem, o atual episódio poderá ultrapassar significativamente a intensidade de eventos anteriores.

Entretanto, dezembro representa o mês previsto para o pico, e não uma data em que o recorde já esteja garantido.

Para efeito de comparação, a OMM aponta que o recorde anterior desse indicador foi de aproximadamente 2,6°C acima da média, registrado no trimestre de novembro de 2015 a janeiro de 2016, segundo a referência utilizada em sua análise.

Portanto, caso as projeções se confirmem, o atual episódio poderá ultrapassar significativamente a intensidade de eventos anteriores.

Entretanto, dezembro representa o mês previsto para o pico, e não uma data em que o recorde já esteja garantido.

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