Contra o Barcelona o Veszprém conquista o título de campeão mundial
Os brasileiros do Pinheiros ficaram com a sexta posiççao entre os oito melhores
O Veszprém, da Hungria, é campeão do Mundial de Clubes de Handebol OLIMPÍADA TODO DIA
Defensor e capitão da seleção brasileira, Petrus enfrentou o time em que jogou por sete temporadas, de 2018 a 2025. Ele já estava no Veszprém na final do ano passado, quando os espanhóis ganharam por 31 a 30, em duas prorrogações.
O Barcelona só liderou o jogo no lance de abertura, de Timothey N’Guessan, aos 50 segundos. O Veszprém empatou logo depois, abriu 8 a 2 aos 9 minutos, viu os espanhóis diminuírem para 16 a 14 e fechou o primeiro tempo em 22 a 16, após uma parcial de 6 a 2.
O francês Hugo Descat marcou 10 gols na final, seguido por Nedim Remili, com oito, e o goleiro Emil Nielsen, eleito o melhor da partida, fez 12 defesas em 42 arremessos. Pelo lado do Barcelona, N’Guessan foi o artilheiro, com nove.
O brasileiro de 37 anos, natural de Juiz de Fora, defendeu o Pinheiros de 2007 a 2012, antes de seguir para a Espanha e a Hungria. O clube paulista também disputou o Mundial e terminou na sexta posição, ao perder para o Füchse Berlin, da Alemanha, por 31 a 27, nesta quinta, na disputa do quinto lugar.
PINHEIROS EM SEXTO
Campeão sul e centro-americano ao vencer o colombiano Atlético Nacional por 29 a 27, o Pinheiros ficou em terceiro no Grupo A. Estreou com derrota por 44x33 para o Barcelona, na sexta-feira (dia 25), depois bateu o Montada - do Marrocos, por 37x22, no domingo (27), e perdeu por 28 a 27 para o Zamalek (do Egito), na terça-feira (29), resultado que deu aos egípcios a vaga na disputa do bronze.
Contra o Füchse, o time brasileiro ficou atrás por 17 a 13 no intervalo, e as equipes empataram em 14 a 14 na etapa final. Vinícius Araújo fez cinco gols, e Gabriel Reis, quatro. O clube acertou 27 de 57 arremessos, 47%, e o Füchse, 31 de 51, 61%.
O sexto lugar fica abaixo do melhor desempenho do Pinheiros no torneio, o quarto posto de 2021. O clube também terminou em quinto ugar em 2011 e em 2017.





COMENTÁRIOS