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Naviraí - MS,22/07/2026

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Empresário é executado no quintal de casa por dupla em motocicleta

Matheus Luiz de Castro Vasconcelos tentou se esconder, mas acabou sendo atingido

tFIA LOPAES
Empresário é executado no quintal de casa por dupla em motocicleta Atendimento policial no local do crime

CAMPO GRANDE NEWS

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Um empresário de 22 anos, identificado como Matheus Luiz de Castro Vasconcelos, foi morto a tiros enquanto esperava um eletricista no quintal de casa na região do Jardim dos Novos Estados, em Campo Grande, na manhã desta quarta-feira. O imóvel foi comprado pela vítima em janeiro e estava sendo reformado.

Ao Campo Grande News, o irmão relatou que o rapaz era dono do imóvel e aguardava o eletricista quando dois homens passaram em uma motocicleta já efetuando os disparos. Matheus chegOU a correr para dentro da casa, mas foi atingido e morreu no local antes da chegada do socorro.

Uma equipe da Polícia Militar e do Batalhão de Choque foram ao local. Vizinhos afirmaram que ouviram os tiros, mas pensaram que era barulho de motocicletas até que a informação do crime passou a circular no grupo do bairro.

Até o momento, foram recolhidas pelo menos treze cápsulas no local que fica na rua Itapuã e a suspeita inicial é de que o homicídio tenha relação com agiotagem.

À reportagem, um pedreiro que estava na casa contou que o crime aconteceu por volta das 6h40. A vítima estava sentada em uma cadeira de fio no quintal do imóvel quando os atiradores chegaram.   

"Parecia um faroeste. Fui para o muro alto me esconder. Pensei: se os caras forem matar mais gente, eu vou morrer. Tem umas quinze cápsulas caídas. Eu escutei os caras atirarem, aí deu uma pausa de uns 30 segundos, acho que trocaram o carregador, e continuaram atirando", disse o trabalhador. 

O homem que preferiu não se identificar contou ainda que o imóvel foi comprado pela vítima em janeiro deste ano e que ele estava reformando para se mudar com a família. Matheus é natural de Camapuã e a esposa está grávida de cinco meses.  

"Pessoas humildes, moravam em Camapuã. O pai dele tinha terra, vendeu e deu um capital de giro para ele. Ele comprava e vendia carros e motos", explicou o pedreiro, que conhecia a vítima há três anos..

O corpo do homem foi levado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMDL) de CAMPO grande para ser realizado o exame de ncropsia.




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