otocicleta foi encontrada abandonada em rua próxima ao local do homicídio CAMPO GRANDE NEWS
Conforme o boletim de ocorrência, equipe da Polícia Militar (PM) foi acionada por volta de 4h30 por morador que havia presenciado uma briga. Ele relatou que um dos envolvidos na confusão estava caído ao solo, respirando com muita dificuldade, bem em frente à Escola Municipal Plínio Barbosa Martins. A ligação caiu logo em seguida.
Uma equipe do 10º Batalhão da Polícia Militar foi até o endereço e encontrou a vítima já inconsciente no terreno baldio. A Ursa (Unidade de Resgate Avançado), do Corpo de Bombeiros, foi acionada, mas, quando os militares chegaram, o homem já estava morto.
O corpo dele foi levado para ser realizado o exame de necropsia, no Instituto de Medicinal e Odontologia Legal (Imol) de Campo Grande, onde o corpo deve permanecer até que as autoridades policiais tenham a reclamação do corpo e possa haver a identificação através do reconhecimento oficial ou através de documentos.
Ele vestia uma camiseta preta e um short tipo samba-canção. Ao lado do corpo, foram encontrados um par de tênis, um casaco de moletom e uma bermuda jeans. O homem não portava carteira, celular ou qualquer documento, por isso não foi identificado até o momento.
MOTO
A motocicleta Yamaha Fazer, que pode ser ou não do homem assassinado, foi encontrada abandonada, na manhã desta segunda-feira, 160 metros distante do terreno baldio onde o corpo foi localizado pela Polícia Militar.
A motocicleta tem características de ser usada por motoentregador ou piloto de aplicativo, mas a relação do veículo com o crime ainda não foi confirmada.
No terreno onde a vítima foi encontrada, que também é usado como estacionamento por funcionários da escola, a reportagem do Campo Grande News localizou luvas cirúrgicas, um sapato e um short jeans. Ao lado do terreno, em uma lanchonete, havia marcas de sangue semelhantes a marcas de mão no portão do comércio.
A proprietária do estabelecimento, que preferiu não se identificar, contou que ouviu pedidos de socorro durante a madrugada, mas não conseguiu confirmar o que estava acontecendo. “Eu escutei alguém pedindo socorro, mas não sabia se estava sonhando ou se realmente tinham pedido. Escutei alguém conversando, mas não prestei atenção e também não saí para fora”,





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