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Naviraí - MS,15/04/2026

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Fátima do Sul e Jardim registram novas mortes por Chikungunya

O Estado tem 4.281 casos prováveis e 2.102 confirmados, além de 10 mortes registradas e 4 em investigação.

WASHINGTON LIMA
Fátima do Sul e Jardim registram novas mortes por Chikungunya

Duas mortes por chikungunya foram confirmadas em Mato Grosso do Sul, nos municípios de Fátima do Sul e Jardim, segundo boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde na sexta-feira passada. 

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Em Fátima do Sul, a vítima é um homem de 82 anos, que morreu na quarta-feira. Ele tinha diabetes e hipertensão. Os sintomas começaram em 25 de fevereiro. Este é o primeiro óbito pela doença no município.

Em Jardim, foi confirmada a segunda morte pela doença na cidade. A vítima é um homem de 94 anos, que morreu em 4 de março. Ele tinha hipertensão, diabetes e doença cardíaca. Os sintomas começaram em 4 de fevereiro.

Atualmente, o Estado tem 4.281 casos prováveis e 2.102 confirmados, além de 10 mortes registradas e 4 em investigação.

Alta incidência

Ao todo, 16 municípios apresentam alta incidência da doença:

  • Dourados: 983 casos prováveis
  • Fátima do Sul: 519
  • Corumbá: 465
  • Jardim: 321
  • Amambai: 244
  • Sete Quedas: 138
  • Bonito: 129
  • Costa Rica: 99
  • Itaporã: 84
  • Selvíria: 60
  • Guia Lopes da Laguna: 50
  • Vicentina: 45
  • Douradina: 34
  • Angélica: 34
  • Paraíso das Águas: 32
  • Jateí: 13

Mortes em MS

Até agora, Mato Grosso do Sul contabiliza 10 mortes por chikungunya:

  • Mulher, 69 anos (Aldeia Jaguapiru, 26/02)
  • Homem, 73 anos (Aldeia Jaguapiru, 09/03)
  • Bebê, 3 meses (Aldeia Bororó, 10/03)
  • Homem, 72 anos (Bonito, 19/03)
  • Mulher, 60 anos (Aldeia Jaguapiru, 12/03)
  • Bebê, 1 mês (Aldeia Jaguapiru, 24/03)
  • Mulher, 82 anos (Jardim, 23/03)
  • Homem, 55 anos (Dourados, 03/04)
  • Homem, 82 anos (Fátima do Sul, 08/04)
  • Homem, 94 anos (Jardim, 04/03)

Atendimento a casos graves

Com o aumento dos casos, a Secretaria de Estado de Saúde criou um fluxo emergencial para atendimento de pacientes em estado grave.

A medida define prazos menores para resposta e prioridade para regiões com maior incidência. Casos classificados como P1.0 e P1.1, considerados graves ou com risco de piora, devem ter encaminhamento definido em até uma hora após a solicitação.

A norma também prevê o uso da “vaga zero”, que permite transferir pacientes em estado crítico mesmo sem leitos disponíveis, para garantir atendimento imediato. 




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