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Naviraí - MS, 20/2/2018
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PT lança pré-candidatura de Humberto Amaducci ao governo

ELEIÇÕES 2018

Foto: MARKON MACHADO

O ESTADO MS

O Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul reuniu mais de quinhentas lideranças do Estado, em Campo Grande, no último sábado. O encontro foi realizado para definir as pré-candidaturas do PT no estado de Mato Grosso do Sul

Acompanhado da Presidenta do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Ponta Porã, Denize Oliveira e do Secretário de Organização Municipal, Jorge Guedes, o vereador de Ponta Porã, Paulinho Roberto, também participou do encontro que contou também com lideranças do Estado do Rio Grande do Sul e a presença do Secretário Geral Nacional do Partido dos Trabalhadores, Romênio Pereira.

Durante o evento, o PT confirmou a pré-candidatura de Paulinho Roberto a deputado, configurando a chapa proporcional do Partido. Para o governo do estado, o Partido confirmou o nome de Humberto Amaducci como pré-candidato.

“Temos a honra de contar com bons quadros para 2018, pessoas que sabem dialogar com a comunidade e poderão debater e apontar soluções para os problemas enfrentados pelo Estado de Mato Grosso do Sul, para o governo, o currículo de Humberto será uma opção positiva para os eleitores de Mato Grosso do Sul.” _comenta a Presidenta Denize.

PT lança pré-candidatura de Humberto Amaducci ao governo do Estado. Entre os pré-candidatos a deputado, Paulinho Roberto, atualmente, vereador em Ponta Porã

Humberto Amaducci, professor de história, de 50 de idade, aposta na redescoberta da essência petista e dos propósitos reais da esquerda, como trunfos para que a militância consiga no seu exercício mobilizar novos simpatizantes ao projeto que se espelha nas eleições regionais de 1998. “Ganhar e perder é do jogo, falo isso com toda tranquilidade de quem se organiza para a disputa da sétima campanha. O meu maior orgulho foi o de contribuir nas vezes que pude com projetos que o PT buscou revolucionar em Mato Grosso do Sul. Aplicou bem no Governo do Estado, mas antes disso teve o seu laboratório lá na fronteira, com a Dorcelina”, cita o pré-candidato petista, que no momento ainda figura com aproximadamente 1% nas últimas pesquisas.

Confiante em um debate mais aberto no pleito deste ano, ele lembra que dificuldade e enfrentamento ao ódio de adversários marcou o início da sua carreira política, ao lado da prefeita de Mundo Novo – assassinada em setembro de 1999, há 15 meses de concluir o mandato. “Foi na gestão dela no município que iniciei na vida pública, sendo o chefe do setor que cuidava do orçamento participativo.

Depois, escolhido pelo povo, dei sequência nesse trabalho. Tínhamos o sonho do povo determinar o investimento do dinheiro público, de forma consultiva e deliberativa. Nada é mais transparente do que a comunidade dentro do processo, embora para a política tradicional isso signifique resistência no Legislativo.

O PT tem uma representatividade forte no Estado e com a história que desenvolvemos aqui não há como excluir a hipótese de candidaturas majoritárias”, ressalta Amaducci que já concorreu a vereador, deputado estadual, foi prefeito de Mundo Novo em três mandatos e garante estabelecer uma candidatura no partido sem a dependência de um padrinho. Para o nome da vez do PT, o amadurecimento do diretório e da militância, frente as adversidades dos últimos anos permitirá essa façanha.